domingo, 30 de setembro de 2018

CRIANÇAS E JOVENS COM HABILIDADES PRODIGIOSAS

 
 
 
 
 
 
 
O que é um superdotado? O que faz na Terra? Qual é o seu futuro? Estas questões somente podem ser respondidas, através da reencarnação. Sem as múltiplas existências não se pode conceber o progresso humano, senão,vejamos:
 
 
Maiko Silva Pinheiro lia, sem qualquer dificuldade, aos 4 anos;aprendeu a fazer contas, aos 5 e, aos 9, era repreendido pela professora,porque fazia as divisões, usando uma lógica própria, diferente do método ensinado na escola.
 
 
Os sinais da inteligência, sobre humano, do jovem americano, Gregory Robert Smith, começaram aos 14 meses, quando resolvia problemas simples de matemática; com 1 ano e 2 meses, ele resolvia problemas de álgebra;aos 2 anos, lia, memorizava e recitava livros, além de corrigir os adultos que cometiam erros gramaticais; três anos depois, no jardim-de-infância, estudava Júlio Verne e tentava ensinar os princípios da
botânica aos coleguinhas; aos 10, ingressou na Faculdade de Matemática.
 
 
Um garoto de três anos, morador em Reading, a 40km de Londres, obteve em um teste de QI (coeficiente de inteligência) uma pontuação equivalente à dos físicos Albert Einstein e Stephen Hawking. Os testes de vocabulário e com números comprovaram que Oscar Wrigley faz parte dos 2% da população com QI mais alto. Com isso, Wrigley se tornou o mais jovem garoto a fazer parte da Mensa, a sociedade que reúne pessoas com QI alto.
O membro mais jovem da Mensa é a garota Elise Tan Roberts, de Edmonton, no norte de Londres, aceite no início deste ano com a idade de dois anos e quatro meses.
 
 
Encontramos essas mesmas tendências excepcionais em músicos, como Wolfgang Amadeus Mozart, que, aos 2 anos de idade, já executava, com facilidade, diversas peças para piano; dominava três idiomas (alemão, francês e latim) aos 3 anos; tirava sons maviosos do violino, aos 4 anos; apresentou-se ao público, pela primeira vez, e já compunha minuetos, aos 5 anos; e escreveu sua primeira ópera, La finta semplice, em 1768, aos 12 anos.
 
 
Paganini dava concertos, aos 9 anos,em Gênova, Itália.
 
 
Na literatura universal, é ímpar o fenómeno Victor Hugo que,
precocemente,aos 13 anos, arrebatou cobiçado prêmio da cidade de Tolosa.Goethe sabia escrever em diversas línguas, antes da idade de 10 anos. Victor Hugo, o génio maior da França, escreveu o seu primeiro livro, com 15 anos de idade.
 
 
Pascal, aos 12 anos, sem livros e sem mestres, demonstrou trinta e duas proposições de geometria, do I Livro de Euclides; aos 16 anos, escreveu "Tratado sobre as cônicas" e, logo adiante, escreveu obras de Física e de Matemática.
 
 
Miguel Ângelo, com a idade de 8 anos, foi dispensado das aulas de escultura pelo seu professor, sob o pretexto de nada mais ter para lhe ensinar.
 
 
Allan Kardec, examinando a questão da genialidade, perguntou aos Benfeitores: - Como entender esse fenómeno? Eles, então, responderam que eram “lembranças do passado; progresso anterior da alma.
 
 
Pesquisadores, como Ian Stevenson, Brian L. Weiss, H. N. Banerjee,Erlendur Haraldsson, Hellen Wanbach, Edite Fiore, e outros, trouxeram resultados notáveis sobre a tese reencarnacionista.
 
 
As pesquisas sobre a Reencarnação não cessam nas teses dessas
personalidades apontadas. Estudos sobre esse tema crescem,
constantemente. A Física, a Genética, a Medicina, e várias
escolas da Psicologia vêm sendo convocadas para oferecer o contributo das suas pesquisas.
 
Só através do processo reencarnatório, como lembra Léon Denis, podemos compreender como certos indivíduos, ao encarnarem, mostram desde tenra idade a capacidade de trabalho e de assimilação que distingue as crianças superdotadas. Cada um apresenta, ao renascer, os resultados da sua evolução, a intuição do que aprendeu, as habilidades adquiridas nas múltiplas propriedade do pensamento, a habilidade para
esta ou aquela actividade, finalmente o resultado de um trabalho secular, sinais profundos, que deixou impresso no seu tecido perispiritual, gerando uma espécie de automatismo psicológico. 
 
Estamos convictos de que, nos próximos vinte ou trinta anos, assistiremos a Academia de Ciências, declarando esta importante constatação, como, há dois mil anos, Jesus ensinou a Nicodemos: “É necessário nascer de novo”.E Allan Kardec a confirmou em “O Livro dos Espíritos”, declarando que
somente com a Reencarnação entendemos, melhor, a Justiça de
Deus e a Evolução da humanidade.
 
 
António Aveiro

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS











"A fé religiosa. Condição de fé inabalável"
"O Evangelho Segundo o Espiritismo", Allan Kardec
                      Capítulo XIX - "A FÉ TRANSPORTA MONTANHAS"

"Do ponto de vista religioso, a fé consiste na crença em dogmas especiais, que constituem as diferentes religiões.

Todas elas têm os seus artigos de fé.

Sob esse aspecto a fé pode ser raciocinada ou cega.

Nada examinado a fé cega aceita, sem verificação, tanto o verdadeiro como o falso, e a cada passo choca-se com a evidência e a razão .

Levada ao excesso produz o fanatismo.

Assentando no erro, cedo ou tarde, desmorona-se, somente a fé que se baseia na verdade garante o futuro, porque nada tem a temer do progresso das luzes dado que o que é verdadeiro na obscuridade também o é à luz meridiana.

Cada religião pretende ter a posse exclusiva da verdade; preconizar alguém a fé cega sobre um ponto de crença é confessar-se impotente para demonstrar que está com a razão.
 


No Evangelho podemos ver claramente que existem dois tipos de fé.

A fé cega que é aquela que podemos observar nas diversas religiões tradicionais, assente em dogmas diversos, não passiveis de discussão ou reflexão, portanto não raciocinada e, a fé raciocinada.

A fé cega exige ao homem excluir-se de qualidades que Deus lhe deu tais como:

Inteligência, raciocínio e livre arbítrio.

Se Deus nos deu essas qualidades, devemos certamente dar-lhe uso.

Muitos que se declaram incrédulos, também poderão ter chegado a este estado por se chocarem com a fé cega, que não é assente em provas.

Como no diz o paragrafo que podemos ler acima, esta fé cega assenta tanto no verdadeiro como no falso e, claro está que algo que não se estrutura em cima de bases sólidas, vai acabar por criar dúvidas e desmoronar-se.

Para crer não basta ver, é preciso compreender.

O homem desde sempre teve necessidade de compreender o mundo que o rodeia e os seus fenómenos. Como poderia ser diferente com a fé?

O espiritismo traz-nos a fé raciocinada que dá origem à certeza.

O espirita não acredita, sabe!

E sabe porque o estudo, a compreensão e o raciocínio sobre o que estuda lhe  fornece provas que não deixam margens para dúvidas.



Reflitamos juntos sobre a seguinte frase do mesmo capitulo, no ponto 7. que nos diz o seguinte:

“ Fé inabalável só o é a que pode encarar de frente a razão, em todas as épocas da Humanidade.”




AC